Como a situação no nosso País comprova, a uma situação de profunda crise do sistema dominante – o capitalismo – os detentores do poder económico respondem com um aprofundamento da exploração dos trabalhadores, com cada vez maiores ataques à democracia e, no caso de Portugal, à própria Constituição da República. A soberania nacional é cada vez mais posta em causa, num processo de concentração do poder económico e político. Fenómenos como o desemprego em massa, a pobreza, a falta de habitação, a precariedade nas relações laborais, degradação e mesmo destruição de funções sociais do Estado como a saúde ou a Educação, afectam hoje largas camadas da população mundial, nomeadamente nos chamados países capitalistas desenvolvidos.

O imperialismo, actual estádio do desenvolvimento do capitalismo, aprofunda as políticas agressivas das principais potências imperialistas – nomeadamente os E.U.A. e a União Europeia. A NATO confirma-se como tropa de choque das grandes potências imperialistas para imporem através da força a sua lei que é a lei do mais forte, que não respeita valores nem povos. Essa é a lei do desrespeito pelo Direito Internacional, a lei da ingerência e da conspiração, a lei da usurpação e subjugação dos povos pela ameaça bélica, a lei da militarização das relações internacionais, da corrida aos armamentos, do financiamento e armamento de grupos que desestabilizam países inteiros, e não se coibindo de recorrer à guerra quando necessário, utilizando para a sua justificação a intriga, a conspiração e a mentira.

Assim aconteceu nos Balcãs, Líbia, Iraque e continua a acontecer na Palestina, na Síria no Afeganistão na Venezuela, na Ucrânia etc.

O Mundo vive um momento de grande complexidade a nível internacional, um momento em que se avolumam os perigos para os trabalhadores e os povos por via de uma poderosa e revanchista ofensiva imperialista. Ofensiva que se está a traduzir num grande retrocesso civilizacional e numa instabilidade, insegurança e conflitualidade permanentes no plano internacional. Mas é também um momento de profunda rearrumação de forças no plano internacional, em que Cuba e a América Latina com os seus processos progressistas e revolucionários, têm um importante papel. Um momento de perigos, mas também de potencialidades para o avanço da luta dos povos por um mundo melhor.

Os candidatos aos corpos sociais da AAPC para o próximo triénio acreditam convictamente que é possível construir um mundo mais solidário, mais justo, de paz e cooperação, em que os povos sejam respeitados, que tenham direito a uma vida digna: direito à saúde, à educação, à habitação, direito ao trabalho com dignidade, direito à cultura, direito a viver numa sociedade mais justa, mais fraterna, mais solidária e mais igualitária no respeito pela soberania de cada povo . Cuba é exemplo disso mesmo.

A Revolução Cubana marca a diferença no plano internacional, daí a grande importância na divulgação da sua experiência, e na valorização da vontade de um povo que não se vergou e que tem sido capaz, apesar do vergonhoso bloqueio de cinco décadas e de ataques constantes à sua soberania e segurança, de não abandonar o objectivo e a prática da construção do socialismo.

A criação de movimentos de solidariedade que se identifiquem com a luta pela libertação dos povos, que pugnem por uma sociedade liberta da exploração e em defesa das liberdades tem uma importância crucial que vai muito para lá do seu objectivo mais imediato.

Pela nossa parte, enquanto eleitos na Direcção Nacional, tudo faremos para atingir os objectivos a que nos propomos e que se enquadram plenamente nos Estatutos da AAPC que entretanto serão revistos nesta Assembleia e no espírito solidário e de combate pela justiça e pela verdade que tem marcado a acção da AAPC.

Por isso é nosso compromisso dar continuidade ao projecto solidário protagonizado pela AAPC,  projecto com historial de grande riqueza que, tendo conhecido dificuldades, nunca se descaracterizou nem se desviou do grande objectivo que é o da divulgação da Revolução Cubana, dos seus valores, princípios e conquistas, e o da solidariedade para com o povo de Cuba.

Assumimos o compromisso de dar continuidade ao trabalho realizado com o intuito de melhorar a intervenção da AAPC e assim dignificarmos o trabalho, o esforço e a dedicação dos que nos antecederam.

Assumimos o compromisso de dar a conhecer ao povo português, Cuba e a sua Revolução, a obra do seu Povo, as suas dificuldades e os seus êxitos.

Cuba e o seu processo revolucionário trazem-nos a clarividência de que o capitalismo não é solução para a humanidade. Hoje temos como realidade, nos chamados países ricos, mais pobreza, menos direitos, menos saúde para o povo, menos educação e até fome.

Cuba é sujeita a um criminoso bloqueio de décadas, mas o seu povo não tem fome e direitos como o direito à saúde, à educação, à habitação ou à cultura são respeitados, cumpridos e promovidos.

A Associação de Amizade Portugal Cuba é solidária com Cuba, com o seu Povo e com a sua Revolução. O seu exemplo deve ser divulgado. Ele fortalece a luta dos povos pela sua emancipação e independência e por um mundo de paz, progresso e justiça.

No quadro do lema da nossa Assembleia – SEMPRE COM CUBA E A REVOLUÇÃO / REFORÇAR A ASSOCIAÇÃO – Propomos-nos trabalhar durante este mandato na base das seguintes linhas programáticas gerais:

2 – Intervenção Política e Cultural

Institucionalmente a actividade da AAPC será marcada por uma intervenção activa em todos os fóruns onde a sua presença seja requisitada ou onde a futura direcção da AAPC considerar que a sua presença possa contribuir para persecução dos objectivos da Associação. Seja no plano Internacional, Nacional, Regional ou Local.

Manteremos uma relação de estreita solidariedade e cooperação com a Embaixada de Cuba, no quadro do respeito mútuo, do reconhecimento da diferente natureza a funções das duas entidades, trocando experiências e procurando valorar interesses comuns com o objectivo superior da divulgação da realidade cubana, da sua Revolução e das suas realizações.

Procuraremos o diálogo com outras associações ou grupos de cidadãos que partilhem os princípios de solidariedade com a luta dos povos pela liberdade, a paz e a justiça social e que entendam a solidariedade com Cuba e a sua Revolução como um contributo para a luta dos povos pela sua emancipação social e nacional.

Daremos continuidade ao trabalho de reforçar as relações internacionais da AAPC, nomeadamente com o ICAP (Instituto Cubano para a Amizade com os Povos) e com as congéneres europeias da AAPC.

2.1 – As grandes batalhas em defesa da Revolução Cubana e dos seus valores

2.1.1 – A luta pela libertação dos 5 anti-terroristas cubanos presos nos EUA

A luta pela libertação dos cinco patriotas cubanos é uma das grandes batalhas que o povo cubano, bem como todos os amantes da justiça e da paz, travam há longos anos. Mais do que uma batalha pela libertação dos quatro patriotas cubanos que ainda continuam encarcerados nas prisões dos EUA, esta luta é uma luta pela verdade, pela justiça e pelo direito de Cuba a defender-se das centenas e centenas tentativas de pôr em causa a sua integridade territorial ou a integridade física do seu povo e dirigentes. A batalha pela libertação dos cinco cubanos é um dos grandes contributos que poderemos dar para defender a soberania cubana e para demonstrar que aqueles que falam da luta “anti-terrorista” são os primeiros a encarcerar aqueles que o combatem.

Trata-se de uma batalha crucial para Cuba, que a AAPC irá assumir como prioritária. A AAPC desenvolverá acções próprias em Portugal pela libertação dos cinco, e, junto de outras organizações genuinamente interessadas na causa da libertação dos cinco acções comuns ou convergentes, envidará esforços para uma melhor coordenação e acção comum ou convergente, no respeito pela identidade e autonomia de todas as organizações.

2.1.2 – A luta contra o criminoso bloqueio dos EUA a Cuba e contra as ingerências da União Europeia

Cuba é sujeita desde 1962 ao mais injusto, severo, prolongado e criminoso sistema de sanções unilaterais que alguma vez foi imposto a um País. O Bloqueio económico, comercial e financeiro dos Estados Unidos da América contra Cuba representou até Abril de 2013 um prejuízo imposto ao povo de Cuba estimado em 1 Bilião e 157 mil milhões de Dólares.

Um bloqueio desumano imposto pela simples razão de as sucessivas administrações norte- americanas não aceitarem que o povo de Cuba decida de forma soberana o seu caminho de desenvolvimento e o seu modelo sócio-económico.

A ideia que muitos meios de comunicação veicularam de que a Administração Obama iria, pelo menos, aliviar o Bloqueio a Cuba não passou de uma manobra de propaganda. Os factos indicam que apenas entre 2009 e 2013 o Governo dos EUA obrigou 30 entidades norte-americanas e de outros países a pagarem cerca de 2 mil e 500 milhões de Dólares por terem relações com Cuba.

Apesar do Bloqueio Cuba tem conseguido diversificar as suas relações económicas e comerciais, nomeadamente com outros países da América Latina e com os BRICS's, no entanto a luta contra este crime que foi condenado dezenas de vezes na Assembleia Geral da ONU por uma esmagadora maioria de países (apenas EUA e Israel e mais três ou quatro pequenos países o não fazem) continua a ser um imperativo em defesa da soberania de Cuba e do direito do seu povo a escolher livremente, e em condições de igualdade com outros povos, o seu caminho de desenvolvimento.

A AAPC continuará a desenvolver um conjunto de acções visando a denúncia das consequências do Bloqueio e tentando mobilizar um amplo movimento de opinião em Portugal, envolvendo entidades públicas e privadas, que pressione os EUA a cessar a guerra económica contra Cuba.

A evolução da chamada posição comum da União Europeia contra Cuba foi um exemplo de como amplos movimentos de opinião podem enfraquecer as manobras de ingerência e de chantagem económica contra Cuba. Contudo os intentos de vários governos da União Europeia de prosseguirem um conjunto de manobras contra Cuba e de desenvolverem no continente Europeu cíclicas campanhas de desinformação de mentiras sobre a realidade Cubana evidenciam a necessidade de prosseguir e intensificar a pressão para que a União Europeia abandone de vez tais práticas, manobras e campanhas. A AAPC trabalhará em estreita cooperação com as forças progressistas e revolucionárias representadas nas instituições europeias, nomeadamente no Parlamento Europeu, para denunciar e combater tais práticas.

2.1.3 – A solidariedade com a revolução bolivariana e os processos progressistas e revolucionários na América Latina

Cuba foi e é um exemplo de resistência, de perseverança e determinação na defesa dos interesses do seu povo e da sua independência e soberania. As conquistas sociais da revolução cubana inspiraram a luta dos povos na América Latina e de muitas organizações progressistas e revolucionárias, demonstrando pela prática que mesmo enfrentando a mais poderosa potência do mundo é possível resistir e mesmo avançar. Os últimos quinze anos têm sido marcados pelo desenvolvimento de processos de avanço progressista e de afirmação soberana em vários países deste continente. Processos que significaram também para Cuba novas oportunidades no desenvolvimento de relações de cooperação mutuamente vantajosa com vários países. Os processos de integração latino-americana – nomeadamente a ALBA e a CELAC, em que cuba tem um papel destacado – representam avanços significativos no quadro de relações internacionais no continente latino-americano. O conjunto dos processos em curso, a sua natureza e evolução, a cooperação solidária que se desenvolve, o reconhecimento da importância de Cuba, confluem numa realidade que faz do continente latino-americano um dos mais importantes fulcros da luta anti- imperialista em todo o globo. Assim, a AAPC, desenvolverá acções no sentido de informar os seus sócios, bem como a população em geral, desta nova e importante realidade da região onde Cuba se insere. Simultaneamente desenvolverá esforços, em convergência com outras organizações, para fortalecer a solidariedade para com processos que são hoje alvo de manobras e conspirações que visam fazer regredir as suas características progressistas e revolucionárias. Tal é o caso da Venezuela Bolivariana, processo ao qual a AAPC dará atenção e dedicará esforços para fortalecer o movimento de solidariedade em Portugal.

2.2 – Promoção da cultura cubana e intercâmbio cultural

Cuba é conhecida por várias razões, uma delas é a sua profunda riqueza cultural e o grau de democratização que a sociedade cubana já conseguiu atingir no que toca à fruição e produção cultural. Esta é uma realidade que a AAPC quer dar mais a conhecer. Simultaneamente a cultura é uma das formas mais eficazes e enriquecedora de promover a amizade e solidariedade entre os povos, garantindo simultaneamente, pela troca de experiências e conceitos um enriquecimento mutuo cultural do povos. Assim a AAPC irá promover exposições, palestras, visitas a museus idas ao teatro e outras iniciativas que se enquadrem nestes princípios e dêem a conhecer ao povo português a profunda riqueza cultural Cuba.

Iremos ainda tentar desenvolver, em parceria com outras instituições e colectivos de artistas, projectos que possam contribuir para reeditar experiências de “embaixadas” culturais de solidariedade de artistas portugueses em Cuba.

Tendo como base o intercâmbio cultural e a divulgação da cultura cubana nas suas diversas vertentes (literatura, pintura, musica, dança, gastronomia, etc) a AAPC irá organizar convívios e encontros de sócios a nível regional ou local que possam cumprir esse objectivos e simultaneamente permitir o convívio com a comunidade cubana residente em Portugal.

2.3 – Encontro Nacional da AAPC

Os candidatos à Direcção Nacional da AAPC assumem, como grande desígnio do seu mandato, o reforço orgânico da AAPC a nível nacional. Assim iremos realizar neste mandato um grande encontro a nível nacional, em local a designar, da Associação de Amizade Portugal Cuba, direccionado para uma ampla discussão sobre a estrutura da AAPC e a actividade dos seus núcleos. Um Encontro aberto para o qual iremos convidar outros grupos ou associações que se enquadrem plenamente no espírito da nossa associação.

2.4 – Iniciativas em torno de datas históricas da luta do povo Português e Cubano

Á semelhança do que já se fez no passado, vamos criar condições para que possamos celebrar condignamente as grandes efemérides da Revolução Cubana: 26 de Julho (assalto ao quartel Moncada-1953), 1ºde Janeiro (Revolução - entrada de Fidel em Havana-1959), 19 de Abril de 1961 (primeira grande derrota do imperialismo americano no continente).

Assim como no 25 de Abril, no 1o de Maio, na Festa do Avante e em outros momentos que sejam de considerar de grande importância daremos grande atenção à sua preparação de forma a que a nossa participação seja um contributo para os fins que nossa associação se propõe e obtermos os melhores resultados.

2.5 – Brigadas de Solidariedade a Cuba

A promoção e realização de viagens a Cuba, no quadro das designadas brigadas, vão merecer da nossa parte uma maior atenção tendo em conta o elevado interesse político que encerram, o conhecimento que proporcionam sobre a realidade do Povo Cubano e da sua Revolução e o próprio interesse turístico.

Estas razões impõem a criação de um grupo de trabalho específico que trabalhe durante todo o ano na divulgação, constituição de grupos e organização da iniciativa por forma a dar a relevância que esta acção política justifica.

Uma das preocupações da AAPC será tornar mais acessíveis as brigadas a Cuba, quer tentando formas de minimizar custos, quer estudando soluções que permitam a participação de mais sócios e amigos nestas iniciativas por via de soluções de pagamento mais adequadas às crescentes dificuldades económicas do povo português

3 – Fortalecimento Orgânico

Conforme indica o lema da Assembleia, e as alterações estatutárias propostas apontam, as questões de organização no plano de direcção, funcional e administrativo terão um peso significativo na actividade a realizar durante o mandato que agora se inicia.

Elegemos como objectivo central para este mandato a execução de uma reestruturação plena da organização e dos serviços que nos permita de forma organizada afirmar a AAPC como uma organização nacional, assente na actividade dos seus núcleos, levando o mais longe possível a sua actividade e a função de dar a conhecer a realidade de Cuba, do seu povo e da sua Revolução.

Iremos trabalhar no sentido de estabelecer o princípio da descentralização de responsabilidades salvaguardando a importância do trabalho colectivo e a vantagem da existência de orientações e actividades a nível nacional que possam alargar o mais possível o âmbito e a capacidade de mobilização da Associação.

3.1 – Da estrutura - Os núcleos e Frentes de trabalho

Iremos trabalhar para estabelecer uma forte ligação entre a Direcção Nacional e os núcleos da AAPC, procurando envolve-los nas decisões estratégicas e no atingir dos objectivos locais ou regionais e, simultaneamente, acompanhando mais de perto a actividade dos núcleos, num espírito de apoio e estimulo a sua actividade.

Iremos promover a presença regular de representantes dos núcleos nas reuniões da Direcção da Associação com o objectivo de dar maior dimensão ao debate criando assim condições para uma responsabilização mais alargada nas decisões tomadas em colectivo.

O trabalho com os núcleos passará pela realização de encontros regionais de trabalho e convívio, nomeadamente temáticos, pela promoção de campanhas nacionais que ajudem os núcleos a promoverem iniciativas com impacto na sociedade e ainda pelo fomento à constituição de novos núcleos, sendo nosso desejo e objectivo assumido a criação de núcleos na maioria das capitais de distrito do País. 

No plano da Direcção Nacional procuraremos criar frentes de trabalho e grupos de trabalho específicos de apoio ao trabalho da direcção nacional, nomeadamente na área da juventude, da organização e fundos, da propaganda, das novas tecnologias, da cultura, das brigadas, da preparação de iniciativas concretas regulares, das relações internacionais, chamando assim mais sócios à participação no trabalho concreto.

3.2 – Do funcionamento administrativo

Considerando as características da AAPC e daqueles que se propõem assumir a responsabilidade da sua direcção, esta área de trabalho deve merecer uma particular atenção tendo presente que ter uma organização administrativa, mesmo que não sendo de grandes dimensões, bem apetrechada e “oleada” é condição essencial para concretizar os objectivos que nos propomos e consolidar a estrutura da AAPC.

Temos pela frente a médio prazo a mudança da nossa sede para um novo espaço ao qual devemos dar todo o nosso carinho rentabilizando-o, tornando-o um local agradável e acolhedor para os nossos sócios visitantes e também que nos proporcione razoáveis condições de trabalho.

Iremos adquirir equipamentos que nos permitam desenvolver a organização administrativa e assim facilitar também o nosso trabalho político quer no plano da informação e comunicação quer no de intervenção exterior.

Um dos objectivos centrais neste mandato será a informatização de todo o ficheiro da AAPC a nível nacional.

3.3 – Do Suporte Financeiro e da Organização da AAPC

A AAPC vive essencialmente das receitas geradas por via da quotização dos seus associados e do resultado das iniciativas por si organizadas, sendo que a quotização assume condição relevante.

Para concretizarmos o programa com que nos comprometemos para este mandato é imperativo procedermos a uma reestruturação profunda nesta área. Propomo-nos levar a cabo, entre outras, as seguintes medidas: pôr em prática um modelo de controlo eficaz da quotização, visando uma maior operacionalidade na sua cobrança; desenvolver uma campanha de angariação de 400 novos sócios até Dezembro de 2015; desenvolver uma acção de proximidade com os sócios com contactos regulares. Neste sentido propomo-nos proceder à actualização, em coordenação com os núcleos, até Março de 2016 de todo o ficheiro da AAPC.

3.4 – Da Comunicação e Informação

É tarefa de primordial importância e por isso deve constituir uma prioridade da direcção a concretização deste objectivo de forma gradual e abrangendo várias formas e meios.

Grande objectivo temporal nesta área, é de que até ao final do corrente ano estejamos em condições de dar uma informação regular e actualizada aos nossos associados e a todos os que queiram visitar os nossos espaços de informação.

Para isso vamos criar um sitio na internet oficial e único da Associação, gerido e actualizado por um Grupo de Trabalho criado para o efeito que procurará melhorar ainda mais a já muito boa experiência da Página oficial da AAPC no Facebook.

O outro grande objectivo deste mandato é o de elaborar o boletim informativo da AAPC, garantindo a sua emissão regular e, dentro das possibilidades financeiras, o seu envio aos sócios.

4 - Nota final

Como candidatos à gestão dos destinos da AAPC nos próximos 3 anos estamos a comprometer-nos com um programa, que sendo ambicioso, não é irrealista e pode ser concretizado durante este mandato.

Esta ambição está em linha com a nossa vontade de trabalhar em prol da nossa Associação e em prol de Cuba e do seu Povo. Estamos certos que, com a colaboração que todos, Direcção, restantes órgão sociais, núcleos e sócios em geral desta Associação vamos conseguir.

Vale sempre a pena afirmar a solidariedade com o povo de Cuba, lutar em defesa da sua Revolução Cubana, dos seus Valores e agir em conjunto por um mundo melhor! São esses valores e ideais que movem a AAPC.