Como a situação no nosso País comprova, a uma situação de profunda crise do sistema dominante – o capitalismo – os detentores do poder económico respondem com um aprofundamento da exploração dos trabalhadores, com cada vez maiores ataques à democracia e, no caso de Portugal, à própria Constituição da República. A soberania nacional é cada vez mais posta em causa, num processo de concentração do poder económico e político. Fenómenos como o desemprego em massa, a pobreza, a falta de habitação, a precariedade nas relações laborais, degradação e mesmo destruição de funções sociais do Estado como a saúde ou a Educação, afectam hoje largas camadas da população mundial, nomeadamente nos chamados países capitalistas desenvolvidos.

O imperialismo, actual estádio do desenvolvimento do capitalismo, aprofunda as políticas agressivas das principais potências imperialistas – nomeadamente os E.U.A. e a União Europeia. A NATO confirma-se como tropa de choque das grandes potências imperialistas para imporem através da força a sua lei que é a lei do mais forte, que não respeita valores nem povos. Essa é a lei do desrespeito pelo Direito Internacional, a lei da ingerência e da conspiração, a lei da usurpação e subjugação dos povos pela ameaça bélica, a lei da militarização das relações internacionais, da corrida aos armamentos, do financiamento e armamento de grupos que desestabilizam países inteiros, e não se coibindo de recorrer à guerra quando necessário, utilizando para a sua justificação a intriga, a conspiração e a mentira.

   Programa de Acção aprovado em Assembleia Geral de 25 de Julho 2014.

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