Associação de Amizade Portugal Cuba

 

CORPOS SOCIAIS

Direcção

 

Presidente

Augusto Fidalgo

Vice-presidentes:

Fernando Ambrioso

Pedro Noronha

João Torrado

 Como a situação no nosso País comprova, a uma situação de profunda crise do sistema dominante – o capitalismo – os detentores do poder económico respondem com um aprofundamento da exploração dos trabalhadores, com cada vez maiores ataques à democracia e, no caso de Portugal, à própria Constituição da República. A soberania nacional é cada vez mais posta em causa, num processo de concentração do poder económico e político. Fenómenos como o desemprego em massa, a pobreza, a falta de habitação, a precariedade nas relações laborais, degradação e mesmo destruição de funções sociais do Estado como a saúde ou a Educação, afectam hoje largas camadas da população mundial, nomeadamente nos chamados países capitalistas desenvolvidos.

O imperialismo, actual estádio do desenvolvimento do capitalismo, aprofunda as políticas agressivas das principais potências imperialistas – nomeadamente os E.U.A. e a União Europeia. A NATO confirma-se como tropa de choque das grandes potências imperialistas para imporem através da força a sua lei que é a lei do mais forte, que não respeita valores nem povos. Essa é a lei do desrespeito pelo Direito Internacional, a lei da ingerência e da conspiração, a lei da usurpação e subjugação dos povos pela ameaça bélica, a lei da militarização das relações internacionais, da corrida aos armamentos, do financiamento e armamento de grupos que desestabilizam países inteiros, e não se coibindo de recorrer à guerra quando necessário, utilizando para a sua justificação a intriga, a conspiração e a mentira.

   Programa de Acção aprovado em Assembleia Geral de 25 de Julho 2014.

Conheça as  principais linhas de orientação.

    

ESTATUTOS DA

ASSOCIAÇÃO DE AMIZADE PORTUGAL CUBA

 

HISTORIA DA

ASSOCIAÇÃO DE AMIZADE PORTUGAL CUBA

 

A Associação de Amizade Portugal-Cuba foi fundada em Assembleia Geral realizada em 9/11/1974por iniciativa de um grupo de amigos de Cuba que, arriscando a sua segurança ousavam frequentar a Embaixada de Cuba, antes do 25 de Abril.

Ultrapassando o silêncio e as falsidades dos meios de comunicação do fascismo, buscavam informação sobre Cuba e divulgavam o jornal Granma, órgão central do PCC.

Idialeda Pinto chegou a ser presa pela PIDE por distribuir o Granma.

Logo após a libertação de Abril, um movimento espontâneo da cidadania iniciou a constituição de associações de amizade com países socialistas, com o objectivo de divulgar uma realidade que até então nos era ocultada.