29 de Março de 2017

A sala Simón Bolivar que, em ofensa à memória do libertador, é ocupada pelo Conselho Permanente da decadente e vergonhosa Organização de Estados Americanos (OEA) testemunhou neste 28 de Março o combate dos seus descendentes – filhos do líder bolivariano Hugo Chávez – na defesa da soberania, da independência, da autodeterminação e da dignidade da Venezuela e de toda a Nossa América.

A batalha foi travada na defesa de princípios, contra as intenções imperiais e oligárquicas de truncar o direito de emancipação dos povos e dos Estados, de exercerem a sua soberania e adoptarem o sistema político, económico, social e cultural que livremente elejam.

A OEA, que afrontou a Venezuela, é a mesma que perpetrou agressões e intervenções militares; é a que guardou um silêncio cúmplice ante graves violações democráticas e de direitos humanos em todo o hemisfério que incluem, entre outras, golpes de estado, desaparição de pessoas, detenções arbitrárias, torturas e assassinatos de estudantes, jornalistas e líderes sociais; deslocações forçadas causadas pela pobreza e pela violência; muros, deportações, comércio desigual, contaminação do meio ambiente, narcotráfico e agressões culturais.

É evidente a coincidência entre a actual agitação da OEA e aquela de 1962, quando a conjura era contra Cuba. O Ministério das Colónias torna a cometer hoje os mesmos erros: novamente funcionaram as intensas pressões e chantagens dos Estados Unidos da América (EUA) sobre um grupo de países, incluindo os mais pequenos e vulneráveis e, uma vez mais se verificou a atitude submissa daqueles que preferem ajoelhar e submeter-se a enfrentar o gigante das sete léguas.

O papel de verdugo coube a um senador e aspirante, perdedor do trono do império nas últimas eleições presidências, e ficará para a história como evidência da necessidade de alterar a relação enfermiça entre essa América e a nossa.

Fica confirmada a certeza de que a proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz adoptada pela Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos, reflecte os princípios para nos tratarmos com respeito e fraternidade entre nós e, ao mesmo tempo, a reclamação como países independentes para serem tratados como iguais.

A OEA demonstrou uma vez mais a sua incapacidade para travar a execrável e histérica postura do seu Secretário-Geral ao serviço dos centros de poder em aberta violação da letra e do espírito da própria Carta dessa lamentável organização. Com suficiente eloquência ficou demonstrada a forma como o Conselho Permanente interveio em assuntos da jurisdição interna de um dos seus estados membros, em flagrante violação do artigo 1º da Carta fundacional.

Sem embargo não logrou impôr ao Conselho Permanente uma decisão contra a Venezuela, nem fazer vingar as intenções de aplicar a Carta Democrática Inter-Americana a esse país, com a finalidade da sua suspensão, nem aprovar nenhum relatório ou orientação mal intencionados e com carácter de ingerência.

Ficou demonstrado que a Venezuela não está sozinha, é motivo de orgulho a valente defesa daqueles que colocaram ao alto a dignidade Latino-Americana e Caribenha e se colocaram do lado da verdade, da razão e da justiça. A OEA e o seu Secretário-Geral e seu dono, não poderão com a Revolução Bolivariana e Chavista dirigida pelo insubmisso presidente Nicolás Maduro Moros, nem com a união cívico-militar do povo que ele encabeça.

Enquanto a ignomínia e a vergonha se retorciam em Washington, em Caracas esse bravo povo, cujos direitos humanos e liberdades democráticas foram enaltecidos pela revolução, apoiava o seu governo e celebrava nas ruas a vitória da moral e das ideias bolivarianas.

Havana, 28 de Março de 2017

Lisboa, 27 de março de 2017. A Embaixadora de Cuba em Portugal, Johana Tablada de la Torre pediu ao Presidente da Câmara Municipal de Coimbra e da Direcção da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Manuel Machado para apoiar o voto que o Parlamento da Assembleia da Republica aprovou por unanimidade em relação ao levantamento do bloqueio.

Numa visita oficial a Coimbra, a diplomata cubana esteve, em 24 de Março, numa reunião com o Presidente da Camara, a quem solicitou que as camaras municipais acompanhem o voto unânime do Parlamento Português ocorrido em 20 de outubro de 2016, sobre a necessidade de pôr fim ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos da América à República de Cuba.

A Embaixadora pediu o apoio da Câmara Municipal de Coimbra e da Associação Nacional de Municípios Portugueses, da qual fazem parte os 308 municípios de Portugal, para apoiarem a resolução a favor do levantamento do bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos EUA à República de Cuba e que será apresentada à votação na Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em outubro deste ano pela vigésima sexta vez.

Mencionou as declarações do Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa sobre a necessidade do levantamento do bloqueio proferidas durante a sua visita a Cuba de 26 a 27 outubro de 2016.

Johana Tablada de la Torre também discursou no Instituto Superior de Contabilidade e Administração (ISCAC) de Coimbra sobre economia e oportunidades de negócios na ilha e afirmou: "Cuba já cumpriu todos os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, foi a primeira nação a eliminar a transmissão do HIV-SIDA e sífilis de mãe para filho e é um país onde não existe nenhuma criança subnutrida; tudo isto com o contínuo  bloqueio dos Estados Unidos a Cuba existente há mais de 50 anos ".

Embaixada de Cuba em Portugal

O Herói da República de Cuba foi designado novo presidente do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), substituindo Kenia Serrano Puig, que esteve na presidência durante oito anos.

Cuba exigiu, nesta segunda-feira (27), na Assembleia Geral das Nações Unidas, o compromisso dos Estados com a total eliminação das armas nucleares, como única maneira de erradicar a ameaça que estas representam para a sobrevivência humana.

Discursando na sessão de inauguração da conferência da Assembleia para a elaboração de um documento legalmente vinculativo, que proíba tais armas, a representante permanente de Cuba na ONU, Anayansi Rodríguez, expressou que é inadmissível o atual cenário, marcado pela existência de mais de 15 mil ogivas nucleares.

“O seu uso ou ameaça de uso, sob qualquer circunstância, constituiria, segundo a Opinião Consultiva da Corte Internacional da Justiça, uma violação do direito internacional e um delito de lesa humanidade. Não obstante, as armas nucleares são as únicas armas de destruição massiva que ainda não são proibidas através de um instrumento juridicamente vinculativo”, advertiu.

De acordo com a embaixadora, se bem que um único instrumento jurídico não levasse ao desarmamento, codificaria no direito internacional a ilegitimidade e ilegalidade das armas nucleares, ajudaria a estabelecer normas e regras para facilitar a eliminação destas e reforçaria o regime de desarmamento e não proliferação.

“Esse mecanismo de proibição deve ser o mais claro e completo possível, para conduzir à total erradicação”, insistiu.

Paris - 28 mar 2017

Reunidos na sede da UNESCO, representantes do Grupo dos 77 e China (G77 + China) prestaram homenagem ao líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, e destacaram o seu compromisso com as lutas daquelas nações.

Segundo informaram hoje fontes diplomáticas, na sua primeira reunião plenária dodeste ano, esta começou com um minuto de silêncio em homenagem a Fidel, a pedido da presidente cessante do grupo, a Embaixadora do Zimbabwe, Rudo Chitiga.

No início da reunião, a diplomata evidenciou Fidel  Castro como uma figura inspiradora, e destacou o seu profundo compromisso com os objetivos e lutas históricas dos países membros.

Por seu lado, a embaixadora de Cuba na Unesco, Dulce Buergo, agradeceu 'a solidariedade, mensagens de apoio e gratidão para com o trabalho e vida de Fidel', recebidas após o conhecimento do seu falecimento em 25 de novembro passado.

A representante da nação caribenha destacou o legado do líder cubano em defesa da humanidade, da soberania e auto-determinação dos povos.

Falou também da contribuição decisiva de Fidel, nas lutas anti-imperialistas e anti-coloniais, bem como a luta permanente por um mundo melhor construído sobre a base dos princípios da paz, o respeito entre as nações soberanas e a solidariedade.

março 24, 2017

O líder da Revolução fez a sua primeira visita a Angola de 23 a 27 de março de 1977

LUANDA.– Angolanos e cubanos destacaram o humanismo do líder da Revolução, Fidel Castro, por ocasião de se completarem 40 anos da sua primeira visita a Angola, de 23 a 27 de março de 1977.

«Quero agradecer o apoio que nos deu, que nos permite estar nesta sala agora», expressou o general António dos Santos França, que chegou a Cuba em 1962 para se formar como agrónomo e conheceu o líder nas conversas com estudantes na Universidade de Havana.

«Fidel Castro mudou a história para melhor, fez história durante sua vida», acrescentou Santos França, que também é deputado.

«Com o seu espírito internacionalista e de dignidade tornou conhecido em todo o mundo o povo cubano», acrescentou durante um ato no Centro de Imprensa Aníbal de Melo, na presença da embaixadora cubana, Gisela García Rivera e de diplomatas credenciados no país.

 

março 24, 2017

NAÇÕES UNIDAS – Cuba fez um apelo, em 23 de março, na Assembleia Geral da ONU a executar acções imediatas para prevenir e enfrentar os efeitos das mudanças climáticas.

«As mudanças climáticas são uma evidente ameaça global que reclama soluções urgentes, justas e equilibradas, que envolvam de forma real e efetiva todos os países do mundo», afirmou a representante permanente da Ilha nas Nações Unidas, Ana Silvia Rodríguez.

Num reunião de alto nível da Assembleia, dedicada a abordar a vinculação entre as mudanças climáticas e o desenvolvimento sustentável, a diplomata assinalou o particular impacto do fenómeno nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento.

Sancti Spíritus, Cuba, 23 mar - A Federação das Mulheres Cubanas (FMC), defende uma sociedade mais abrangente e equitativa, manifestou hoje, nesta cidade  a Secretária Geral, Teresa Amarelle.

Durante a sessão plenária anual da organização em Sancti Spiritus, as participantes analisaram o trabalho da FMC no território durante o ano de 2016 e recordaram  a personalidade de Vilma Espín, fundadora e primeira presidente da FMC, e o líder histórico Fidel Castro, impulsor dos direitos das mulheres em Cuba.

A titular da FMC na ilha, disse que, actualmente, o trabalho das mulheres pertencentes à organização se foca em preservar os valores e a essência do modelo social cubano, entre os quais se incluem a igualdade de oportunidades para homens e mulheres.

Na reunião, as mais altas autoridades da FMC em Cuba e na província conversaram com os presentes, sobre os desafios que se colocam na sociedade moderna para as mulheres e famílias, particularmente na nação caribenha.

" As cubanas sentem-se realizadas, não porque têm riqueza mas porque as suas crianças são profissionais, porque têm acesso gratuito à saúde e educação ", disse Amarelle.

A Federação das Mulheres Cubanas fundada em 1960, é contituída por mulheres com mais de 14 anos interessadas em pertencer à organização, e nos seus objetivos destaca-se o desenvolvimento de políticas para alcançar o pleno exercício da igualdade da mulher.

 

Fonte - Prensa Latina

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