A missão permanente de Cuba nas Nações Unidas, emitiu uma nota no passado dia 10 do corrente mês em que insiste na exigência de Washington terminar com o sistema de sanções unilateralmente impostas à Nação Cubana.

A nota chama ainda à atenção para o caracter ilegal face ao Direito Internacional, deste Bloqueio total, que constitui o principal obstáculo ao desenvolvimento da Nação Cubana.

A nota salienta que dos 193 membros da Assembleia Geral da Nações Unidas, 191 aprovaram no ano passado uma resolução em que se exigia o fim do Bloqueio.

A representação Cubana, está a trabalhar num novo projeto de resolução a exigir o fim do Bloqueio que será posto à votação na próxima Assembleia Geral que se realizará em Outubro do corrente ano.

 

Fonte - Prensa Latina

Washington,11 de setembro - Amigos e entidades de solidariedade com Cuba iniciaram hoje nesta capital a Jornada contra o Bloqueio 2017, com o objetivo de exigir o fim dessa política americana em vigor há mais de 55 anos.

Este evento, terceiro de seu tipo, realizar-se-á até o próximo dia 16 de setembro mostrando e denunciando os danos que causam o bloqueio na saúde das pessoas.

 

1 de agosto de 2017

O Ministério das Relações Exteriores de Cuba denunciou, nesta segunda-feira (31), que os Estados Unidos, com o apoio do secretário-geral da OEA, Luís Almagro, coloca em prática uma operação nociva contra o povo venezuelano e o governo de Nicolás Maduro.

“Cuba denuncia que foi colocada em marcha uma operação internacional, dirigida em Washington, com apoio do secretário-geral da OEA, Luís Almagro, destinada a silenciar a voz do povo venezuelano, a desconhecer a vontade popular, e impor rendição mediante ataques e sanções econômicas”, diz o comunicado.

O governo cubano afirmou, no comunicado, que “conhece muito bem estas práticas intervencionistas” através das quais os Estados Unidos tentam conquistar “submissão do povo a uma oposição financiada que agora promete fazer arder o país”.

A chancelaria cubana reiterou que só os venezuelanos podem dizer como solucionar seus problemas e traçar seu futuro. “Basta de ingerências, de confabulações e traições contra o espírito bolivariano”, diz o texto.

Cuba também reafirmou sua solidariedade “com o povo e o governo bolivariano e chavista, e com a unidade cívico-militar liderada pelo presidente constitucional Nicolás Maduro”.

 

Fonte- Portal Vermelho

 

31 de julho de 2017

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela anunciou, nesta segunda-feira (31), que 8.089.320 pessoas participaram das eleições para a Assembleia Nacional Constituinte (ANC), realizada no último domingo (30).

Este total corresponde a 41,53% do censo eleitoral, informou a presidenta do órgão, Tibisay Lucena que avaliou positivamente o processo. “O balanço é extremamente positivo, porque a paz venceu, a Venezuela venceu. Apesar da violência, apesar das ameaças, os venezuelanos puderam expressar-se”, declarou.

Por sua vez, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro confirmou o compromisso do governo da Constituinte, composto por 537 membros, ser um espaço de diálogo.

O líder bolivariano disse também que a tarefa principal da ANC é consolidar um sistema para reivindicar as vítimas da violência opositora e fazer justiça, como uma forma de erradicá-la.“Esta é uma Constituinte para por ordem, fazer justiça e defender a paz”, expressou.

30 de julho de 2017

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, reafirmou neste domingo (30) que o exercício democrático do voto é um direito político, humano e constitucional que tem raízes no poder soberano do povo venezuelano e que nada nem ninguém pode impedir.

O chefe de Estado ressaltou que foi ao seu centro de votação em Catia, no Oeste de Caracas, depois do Toque de Diana (toque de despertar) para dar o exemplo e colocar o primeiro voto pela paz nas eleições à Assembleia Nacional Constituinte (ANC).

“Quis ser o primeiro voto pela paz, a independência, a soberania e pela tranquilidade futura da Venezuela” e “não há poder algum que possa impedir o povo da Venezuela de exercer seu direito ao voto”, ressaltou, no início da jornada eleitoral para a qual estão convocados19 milhões, 477 mil e 387 votantes de todo o país para eleger através do voto direto, universal e secreto 537 constituintes.

O chefe de Estado instou a comunidade internacional a ver, respeitar e apoiar a vontade democrática da maioria do povo venezuelano que neste domingo está expresando-se desde as primeiras horas da madrugada nas eleições.

“Oxalá o mundo estenda seus braços de respeito para nossa pátria querida”, ressaltou o mandatário nacional, depois de enviar uma mensagem de paz, de diálogo e encontro a todo o povo venezuelano e aos países que pretendem desconhecer o direito político constitucional que o povo venezuelano tem de dirimir suas diferenças através de eleições livres, diretas, secretas e universais.

 

30 de julho de 2017

Por Igor Fuser (doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP), professor de Relações Internacionais na Universidade Federal do ABC (UFABC) e integrante do Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais (GR-RI).    

Os avanços da Revolução Bolivariana estão ameaçados no cenário de incerteza política que envolve a eleição da Assembleia Constituinte.

Chega a ser surreal. Em nome da “democracia”, governos de diversos países – entre eles, Estados Unidos, México, Colômbia e Panamá, além, é claro, dos golpistas brasileiros –, acompanhados pelas empresas de mídia mais influentes do mundo, se mobilizam contra a eleição de uma Assembleia Constituinte convocada com garantias à ampla participação da cidadania e ao pleno exercício das liberdades políticas, de acordo com a Constituição em vigor.

Esses supostos guardiães da liberdade mantêm silêncio sepulcral diante da ofensiva terrorista das milícias opositoras, que já causaram 110 mortes. Nos últimos dois meses, grupos de jovens sob o comando dos setores mais extremistas da oposição – em especial, o partido Vontade Popular, liderado por Leopoldo Lopez – desfecharam centenas de ataques contra pessoas identificadas como apoiadoras do governo e contra o patrimônio público, com o objetivo de criar um cenário de caos a ponto de inviabilizar a votação da Constituinte neste dia 30 de julho.

Centenas de prédios e equipamentos públicos foram depredados e, em alguns casos, incendiados. Entre eles estão ônibus, centros de abastecimento popular, postos de saúde, delegacias de polícia, escolas, quartéis, escritórios ou agências de instituições estatais como a Misión Vivienda (o equivalente ao programa Minha Casa, Minha Vida).

18 de julho de 2017

DECLARAÇÃO DE VOTO DE JOÃO PIMENTA LOPES NO PARLAMENTO EUROPEU

Sobre a Resolução sobre a celebração do acordo de diálogo político e de cooperação UE-Cuba

 

Rejeitamos, quaisquer intenções que a direita, e determinados sectores da social-democracia, numa visão revanchista, autoritária, neocolonialista, de profundo desrespeito pela soberania do povo cubano e das escolhas e caminhos que livremente tomaram, procuraram impor na resolução sobre o Acordo de Diálogo Político e Cooperação UE-Cuba, procurando deturpar e condicionar o seu conteúdo.

Suavizam o criminoso bloqueio a que está sujeita há quase seis décadas, e omitem a ocupação ilegal de Guantánamo, palco de atrozes violações de direitos humanos, imposto pelo imperialismo Norte-Americano.

Procuram manchar a resolução com elementos de um tratado de livre comércio, que o acordo não é, ou de visões de interferência e ingerência, que rejeitamos. É disso exemplo a referência ao Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos, instrumento de desestabilização e intromissão em países soberanos, de acordo com os interesses políticos e económicos da UE, instrumentalizando os direitos humanos para forçar reformas políticas e económicas. 

Têm, como único objectivo, o derrube de um projecto transformador da sociedade que alcançou elevados níveis e padrões de desenvolvimento social, cultural, tecnológico, a que se soma a reconhecida expressão de solidariedade internacional.
Solidários com a luta de Cuba e do seu povo na defesa da revolução, das suas conquistas sociais e do seu carácter socialista, votámos contra.