Na investigação para retardar o avanço do Alzheimer e melhorar la qualidade de vida das pessoas que dele padecem, Cuba anunciou a realização de um ensaio clínico com o medicamento NeuroEpo, com o objetivo de lograr um tratamento mais efetivo.

22 de Maio de 2017

O Contingente Internacional de médicos Especializados no Combate de Desastres e Graves Epidemias Henry Reeve irá receber no próximo dia 26 de Maio o prémio de saúde pública que lhe outorga a Organização Mundial de Saúde (OMS) como reconhecimento do trabalho na área da saúde da maior das Antilhas.

O prémio –que é atribuído a pessoas, instituições ou organizações governamentais com acção destacada no campo da saúde pública– constitui, além disso, um gesto carinhoso para com o esforço desenvolvido pelos mais de 250 trabalhadores da saúde cubanos que lutaram na Serra Leoa, na Libéria e na Guiné contra o surto do vírus da Ébola.

Presentemente o Contingente Henry Reeve –creado em 19 de Setembro de 2005 pelo líder da Revolução, Fidel Castro Ruz– encontra-se  a prestar ajuda médica em Piura, na região do norte peruano afectada pelas chuvas.

Assistirá ao acto da homenagem o ministro da Saúde Pública Roberto Morales Ojeda, o qual chegou a Genebra na noite de sábado, à frente da delegação cubana à 70ª Assembleia Mundial de Saúde —principal órgão de tomada de decisões da OMS—,cujas sessões irão ter lugar de 22 a 31 de Maio próximos.

O titular do ramo participará nas sessões plenárias do conclave, terá encontros de trabalho com outros chefes de delegações presentes e assistirá à tradicional reunião de ministros da saúde dos países membros do Movimiento de Países Não Alinhados, segundo informou um comunicado da Missão Permanente de Cuba em Genebra.

No programa da 70ª Assembleia Mundial de Saúde prevê-se o debate de importantes temas sobre a agenda da saúde global, e a eleição do sucessor (a) da doutora Margaret Chan, directora geral da OMS, a qual completa o seu segundo mandato à frente da organização.

 

Fonte - Jornal Granma

 

 

 

 

O presidente cubano Raúl Castro enviou uma carta a Oscar López Rivera para homenageá-lo pela sua lealdade e bravura em defesa da sua pátria. O independentista porto-riquenho passou 35 anos preso nos Estados Unidos, por defender a independência do seu país que até hoje é uma colónia norte-americana.

Desde que López Rivera entrou definitivamente em liberdade, nesta quarta-feira (17), Porto Rico está em festa. O independentista passou 35 anos preso nos Estados Unidos, destes, 12 em uma cela solitária, sem absolutamente nenhum contato com sua família. O crime de López Rivera foi lutar para seu país deixar de ser uma colônia norte-americana.

Para o presidente cubano, a luta de López Rivera é importante não apenas para Porto Rico, mas para a soberania de toda a América Latina e do Caribe. Raúl fez questão de enviar uma carta ao independentista e convidá-lo para uma visita à ilha comunista “assim que possível”. “A história não vai esquecer sua firmeza e lealdade à causa pela independência de Porto Rico, que é essencial para Nossa América”, diz o documento.

Carta a Oscar López Rivera:

Querido companheiro Oscar,

Receba fraternais felicitações em nome do Partido [Comunista], do governo e do povo cubano, compartilhamos a alegria pela sua libertação.

A história não vai esquecer a sua firmeza e lealdade à causa pela independência de Porto Rico, que é essencial para a Nossa América.

Esperamos-te em Cuba, assim que seja possível, com as honras e o afeto que mereces.


Um abraço,

Raúl Castro Ruz.

 

 

Fonte - Portal Vermelho

 

 

 

Cazaquistão, 11 de maio de 2017 - Um acto emotivo de solidariedade com Cuba e com o seu líder histórico, Comandante em Chefe Fidel Castro, foi realizada esta quinta-feira de manhã, no auditório da Biblioteca Académica Nacional do Cazaquistão.

Com as notas dos hinos nacionais dos dois países, começou a cerimónia solene, que acolheu entre os seus principais convidados membros do corpo diplomático acreditado em Astana, funcionários do Ministério do Exterior, deputados do Parlamento do Cazaquistão, o Conselho da Associação de Amizade Cazaquistão-Cuba e numeroso público, constituído por estudantes e representantes da sociedade civil do Cazaquistão.

O Embaixador de Cuba, Carlos Valdés de la Concepcion no seu discurso principal agradeceu à prestigiosa instituição Kazakhstani e ao público presente, por compartilhar o seu amor e respeito pelo Comandante em Chefe Fidel Castro acrescentando que há que recordá-lo sempre, porque a sua vida e obra permanecem no coração do seu povo e da humanidade progressista.

O momento foi propício para doar cinquenta livros de várias editoras cubanas ao Fundo da Biblioteca Académica Nacional do Cazaquistão gesto este queagradeceu a Directora Geral do Centro a Doutora Umitkhan Ddaurenbekova, que elogiou os inquestionáveis exitos ​​por parte de Cuba na educação e cultura.

Entre os oradores na cerimónia destacaram-se os discursos dos membros da Direcção da Associação de Amizade com Cuba, o seu Presidente Erken Sarkenov e vice-presidentes Valery Arenov e Baxhitk Rustemov, os quais  elogiaram Fidel Castro e Cuba e condenaram o criminoso bloqueio que foi submetido a Cuba há mais de meio século pelo imperialismo norte-americano exigindo o seu fim imediato.

Os deputados do Parlamento pela Fração Comunista Popular do Cazaquistão, Vladislav Kosarev, Sisdikov Targun, Zhamyl Akhmetbekov e Maguerram Maserranov, destacaram nas suas intervenções o exemplo de Cuba na área internacional, nos seus sucessos no campo da saúde pública, desporto, na sua permanente solidariedade com as causas justas do mundo, apesar do bloqueio e destacaram principalmente a figura de Fidel Castro como um símbolo de justiça e paz.

No encerramento deste acto político o poeta cazaque Gregori Zhizhov, apresentou ao público presente poemas seus dedicados a seu líder máximo da Revolução Cubana.

A Consul de Cuba Marlene Espinosa, apresentou aos convidados no evento, a exposição de obras doadas pela Missão de Cuba e destacou o exemplar do livro "Raúl Castro: um homem em Revolução" do escritor russo Nikolái Leónov, que relata, não só a vida do General do Exército Raúl Castro Ruz, mas que aborda também uma excelente compilação de factos que marcaram a ilha nas últimas décadas , o que lhe valeu o Gran Premio del Lector 2016 que é concedido durante a Feira do Livro de Havana.

 

Fonte - Site Oficial do Ministério das Relações Exteriores de Cuba

 

Com os jovens, como protagonistas, em 19 de maio terá lugar um acampamento gigante, para honrar o Herói Nacional José Martí, no 122º aniversário de sua morte em combate.

 

Guantánamo, Cuba, 4 mai - Pacifistas, antibelicistas e defensores das causas justas dos povos reúnem-se aqui desde hoje até 6 de maio no V Seminário Internacional pela Paz e a Abolição das Bases Militares Estrangeiras. Segundo os organizadores, estão presentes no evento cerca de 300 pessoas que, através de oficinas, painéis e debates, abordarão diferentes temas relacionados com a carreira armamentista e militarista que impulsiona os Estados Unidos e os seus aliados, na contramão da qual pronunciar-se-ão.

Acrescentaram que outro dos eixos centrais deste encontro internacional será a devolução do território ilegalmente ocupado nesta província (Guantánamo) contra a legítima vontade do povo cubano, onde Washington mantém uma base naval, que ocupa mais 117 quilómetros quadrados e é a sua base mais antiga.

Silvio Platero, presidente do Movimento Cubano pela Paz, afirmou que realizar este Seminário nesta cidade tem uma grande carga simbólica.

Platero declarou que a reunião tem como objetivo fundamental a troca de experiências e opiniões relacionadas com temas que são de grande preocupação mundial pelo incremento das bases militares e a diversificação dos seus objetivos de interesse como as fontes fluviais e as zonas mineiras.

Os debates debruçar-se-ão sobre o desarmamento nuclear, as bases militares como forças de guerra, os seus efeitos negativos e as denúncias à política de ingerência das grandes potências.

Platero realçou ainda que o V Seminário refrendará uma vez mais, a vigência da Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz aprovada por todos os Chefes de Estado e de Governo da região reunidos em Havana em janeiro de 2014 na II Cúpula da Celac.

 

Fonte - Prensa Latina

 

Holguín, Cuba, 4 mai - Estudantes de mais de 15 países compartilharão hoje um abraço com homólogos cubanos, num acto simbólico de unidade ante a persistência do bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba.

O abraço gigantesco tem como fim a denúncia e representa um apoio a este país caribenho, sitiado por uma injusta política de há mais de meio século.

 Além disso, simboliza a união entre a arte e o povo, a propósito de se celebrar nesta provincia oriental cubana a vigésimo quarta edição das Romerías de Maio, um grande festival de culturas em que participam mais de 200 delegados de 24 países.

Localizada a uns 734 quilómetros de Havana, Holguín tornou-se a "capital" desta atividade dedicada em 2017 ao líder da Revolução Cubana, Fidel Castro; ao Guerrilheiro Heroico, Ernesto Che Guevara; e aos jovens rebeldes do mundo.

Estudantes universitários de 15 nações planeiam  unir-se num abraço gigantesco em plena rua nesta quinta-feira com o propósito de reclamar o fim do vigente bloqueio, que tem causado grandes perdas materiais e inclusive de vidas humanas.

As Romerías de Maio reúne em cada edição representantes da arte jovem cubana e de outros países pois, segundo o presidente do evento, Alexis Triana, aspira ser um festival mundial de juventudes artísticas.

Até o próximo 8 de maio, uns 15 palcos oferecem espectáculos simultâneos durante uma semana de teatro, dança, música e outras manifestações culturais.
 
 
Fonte - Prensa Latina

 

 

 

 

 

 

 

Havana, 3 mai - Com a projeção de O último voo do flamenco começa hoje na capital cubana o Primeiro Festival de Cinema em Língua Portuguesa, o qual estender-se-á até o domingo e incluirá obras de sete países.

Dirigido pelo moçambicano João Ribeiro, o filme está baseado na novela homónima do escritor Mia Couto que se centra nas pesquisas sobre a morte de cinco soldados devido a uma explosão depois de vários anos de guerra civil.

O filme soma-se a uma série de longa-metragens de jovens e experimentados diretores de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Portugal e Timor Leste, que chegarão ao Multicine Infanta como parte desta iniciativa, a qual espera realçar a herança cultural comum.

A mostra será inaugurada de maneira oficial em 5 de maio, no marco das celebrações pelo Dia mundial da língua portuguesa, jornada na que será apresentada A espinha da rosa, de Filipe Henriquez, originário de Guiné Bissau.

Segundo a assessora cultural da Embaixada do Portugal em Havana, Natividade Lemos, o Festival traz uma mensagem de paz e solidariedade e procura a unidade na diferença, ao tempo em que valoriza as tradições de cada nação participante.

Este evento é uma ponte de reconhecimento e diálogo com o povo cubano, através de propostas cinematográficas que refletem diferentes miradas sobre sete paisagens culturais diferentes, baseadas numa língua compartilhada que se abre em Havana e ao mundo com ritmos, sonoridades e cores múltiplas, assinalou.

Pela sua vez, o programador da Cinemateca de Cuba, Antonio Mazón, assegurou que o Festival é uma oportunidade para ver materiais nunca dantes projetados neste país e conhecer outros contextos, inquietudes e histórias.

Este evento tem o selo da originalidade e nos acerca a um cinema diferente, muitas vezes silenciado pela supremacia das grandes companhias e multinacionais, indicou.
 
Fonte - Prensa Latina