As ações de violência e terroristas impulsionadas por setores da direita durante o ano de 2017 em várias localidades da Venezuela procuravam gerar uma crise humanitária para justificar a intervenção e a ocupação militar imperialista no país, afirmou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante a apresentação nesta segunda-feira (15) na Mensagem Anual à nação, perante a Assembleia Nacional Constituinte (ANC). O discurso presidencial teve caráter de prestação de contas das ações do governo ao longo do ano passado e de orientações para o novo ano.

O ano de 2017 ficará guardado como um dos anos mais heroicos do povo, que conseguiu pôr-se de pé e sobrepor-se à violência da direita fascista, disse Maduro.

“Aqui há um povo com valores, que sempre surpreende com a sua consciência, um povo que não está disposto a render-se”, afirmou o chefe de Estado ao assinalar que o povo teve que resistir durante mais de 120 dias a ameaças e de cerco de grupos violentos.

Enfatizou que a oligarquia tentou de tudo para destruir, semear o caos e provocar uma intervenção militar imperialista na Venezuela. Mas o que conseguiram foi incrementar ainda mais a consciência de defender a paz no nosso país por parte do povo venezuelano.

Maduro recordou que não houve fórmula dentro dos mecanismos da chamada guerra não convencional que a direita fascista não tentasse contra o povo e chegaram a queimar seres humanos conscientemente sob as ordens da direita fascista.

O Ministério de Relações Exteriores da República de Cuba, condena enérgicamente as declarações racistas, denegrantes e grosseiras do Presidente dos Estados Unidos da América, sobre o Haiti, El Salvador, Estados Africanos e de outros continentes, no decurso de uma negociação sobre a programa migratório conhecido como DACA, que ontem teve lugar na Casa Branca.

Estas declarações, cheias de ódio e desprezo, provocam indignação no povo cubano, orgulhoso do contributo que, ao longo da sua história, deu a nacionalidade a  descendentes de diferentes latitudes, particularmente africanos e haitianos, desde o momento em que ganhámos a nossa independência.

Cuba junta-se à forte rejeição que as ditas declarações mereceram em todo o mundo, especialmente nos países do Sul.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros expressa a sua mais sincera solidariedade com todos os países ofendidos.

 

Fonte - Site Oficial do Ministério de Relações Exteriores de Cuba

 

O Conselho de Estado de Cuba anunciou na última sexta-feira que as eleições para os membros da Assembleia Nacional – responsáveis por escolher o novo presidente do país em abril – irão acontecer no dia 11 de março.

A posse do novo Parlamento está marcada para o dia 19 de abril, oportunidade em que os deputados irão escolher o sucessor do presidente Raúl Castro, que completa dez anos no cargo (dois mandatos de cinco anos) em 2018 e não se pode reeleger.

Tradicionalmente, a escolha do novo presidente pelos deputados ocorre em fevereiro, mas, por conta dos danos causados pelo furacão Irma na ilha, os mandatos dos atuais parlamentares foram estendidos em dois meses.

A Assembleia Nacional do Poder Popular é o órgão Legislativo do país e é composta por 612 deputados. Além do presidente, os parlamentares também vão eleger os outros 30 membros do Conselho de Estado.

Entre as atribuições da Assembleia Nacional, além da eleição do Conselho de Estado, estão a aprovação de reformas na Constituição, de leis, decretos, do orçamento anual e de outros planos de desenvolvimento econômico e social da ilha.

O Conselho de Estado também definiu que, no mesmo dia 11 de março, os cubanos irão escolher os delegados das assembleias provinciais.

 

Fonte - Resistência

 

O Conselho Académico Conjunto de MEDICC exige à administração Trump que reverta o seu recente rumo hostil a Cuba, que afecta negativamente os esforços conjuntos para melhorar a saúde em ambos os países. O Conselho, entre cujos membros se incluem prestigiados especialistas dos Estados Unidos e de Cuba, é assessor do MEDICC, ONG norte-americana que celebra 20 anos de trabalho na promoção da cooperação bilateral em medicina e saúde.

A administração norte-americana desincentivou e inclusivamente proibiu o trabalho conjunto com Cuba em sectores chave como a saúde.

"Independentemente das mudanças de política em Washington, a mensagem que trago aqui é que a relação da UE (com Cuba) é sólida, estável e confiável", afirmou Federica Mogherini, alta representante da União Europeia (UE) para Assuntos Exteriores e Política de Segurança

 

30 de dezembro de 2017

Em 2017, o povo venezuelano derrotouas ações violentas que a direita perpetrou durante quatro meses. O governo empreendeu ações para ultrapassar o cerco financeiro contra a Patria. Agora, o Executivo nacional começará 2018 com uma ofensiva para a proteção social.

 

 

Até à data, Cuba registra a menor taxa de mortalidade infantil da sua história

«Por detrás de cada número ou estatística, o mais importante é salvar vidas, dar qualidade de vida, de felicidade e de satisfação ao nosso povo, e do compromisso de quanto mais podemos fazer cada dia».

«Bastam alguns exemplos para saber o que isto significa. Até à data Cuba registra a taxa de mortalidade infantil mais baixa da sua história. Com 4,1 em cada 1.000 nascidos vivos – o qual representa menos 35 falecidos, menores de um ano, comparativamente ao mesmo período de 2016 – este indicador prevê-se que possa, inclusive baixar, graças aos esforços do sistema de saúde pública, e do compromisso dos seus intervenientes».

Declarações feitas pelo ministro da Saúde Pública e membro do Bureau Político, doutor Roberto Morales Ojeda, no ato de saudação ao 59º aniversário do Triunfo da Revolução, onde foram apresentados os principais resultados do Sistema Nacional de Saúde no ano 2017.

Havana, 28 de dezembro - A embaixadora cubana na ONU, Anayansi Rodríguez, destacou o apoio da comunidade internacional na luta pelo fim do bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA desde o começo dos anos 60.

Em declarações à agência Prensa Latina, Rodríguez garantiu que Cuba continuará denunciando essa medida hostil nas reuniões multilaterais e pedindo na ONU a sua erradicação. A diplomata ressaltou a necessidade de se respeitar a soberania, autodeterminação e integridade territorial, e apostar na colaboração e diálogo entre os Estados.

 

Fonte - Radio Havana Cuba