Convocado o 19.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes (FMJE), que se realizará em Sochi, na Federação Russa, de 14 a 22 de Outubro de 2017 sob o lema “Pela paz, a solidariedade e a justiça social, lutamos contra o imperialismo – Honrando o nosso passado, construímos o futuro!”, formou-se o Comité Nacional Preparatório português para o festival, no qual a Associação de Amizade Portugal Cuba se insere.

O 19º FMJE será um grande encontro mundial de jovens que lutam, em cada país, pelos direitos da juventude, pela Paz e a solidariedade entre os povos, um grande encontro de culturas e de experiências de participação juvenil, um momento de afirmação de que os jovens rejeitam o racismo, a xenofobia, o fascismo e a guerra. Ao longo dos seus 70 anos de história, o Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes sempre se afirmou como um movimento, envolvendo de forma ampla a juventude de cada país, em que o processo preparatório nacional é tão importante como os dias do Festival.
 
O CNP português tem como função divulgar o Festival e os seus valores entre a juventude portuguesa, realizando actividades em torno das questões da Paz e da amizade entre os povos, mobilizando a juventude para o Festival e o seu processo preparatório a partir da realidade e aspirações próprias da juventude portuguesa.
 

Link da página de facebook do conselho preparatório nacional do 19.º Festival Mundial da Juventude e dos Estudantes:

https://www.facebook.com/cnp19fmjeportugal/

 

 

 

FORÇA CUBA

Solidariedade com o heróico Povo de Cuba

e os Povos do Caribe

Amigos e companheiros,

A passagem pelo Caribe do Furacão IRMA dizimou ilhas por completo e, ao atingir a Ilha mais populosa daquela região, a República Socialista de Cuba, provocou danos catastróficos em todas as áreas da sociedade: postos de saúde, escolas, habitação, na agricultura, em todos os serviços públicos, em hotéis, entre outros.

Apesar desta tragédia provocada pela natureza, Cuba enviou mais de 750 médicos para as ilhas da região com o objetivo humanitário de prestar ajuda aquelas populações.

É a verdadeira expressão de solidariedade internacionalista, exemplo que tem sido dado ao mundo nas várias situações em que Cuba tem estado sempre presente independentemente dos credos religiosos ou ideologias dominantes.

É o momento para demonstrarmos a nossa solidariedade com o Povo Heroico de Cuba.

Contribuindo com a nossa participação solidária através do IBAN.

PT 50 0033 0000 0058 0164 1169 7

O IBAN utilizado vai ser o da nossa Associação, por forma a podermos acompanhar ao pormenor o andamento desta Campanha que se irá estender pelo menos até ao fim do mês de Novembro.

Esta ação solidária terá expressão através de várias iniciativas que vamos desenvolver, desde recolhas de fundos em listas numeradas com a entrega de comprovativo da contribuição, espetáculos e outras manifestações de solidariedade.

Os fundos realizados serão transferidos para uma conta já disponibilizada pela Embaixada de Cuba e dada informação pública do resultado desta ação de solidariedade que, estamos convictos, vai ser expressiva.

Solicitamos que, de acordo com a vossa disponibilidade, nos seja informado através dos nossos contactos o momento da transferência efetuada, montante e nome do depositante para facilitar o controlo e o envio de um comprovativo de contribuição.

Ao trabalho companheiros,

CUBA VENCERÁ!

VIVA A SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTA.

18/SET/2017

 

 

 

Imagem de Yamil Lage - AFP

Caros companheiros,

Caros amigos,

A Associação de Amizade Portugal Cuba está a trabalhar no sentido de promover uma campanha de solidariedade para com o Povo Cubano, martirizado pela ação do Furacão IRMA que atingiu fortemente Cuba, a maior Ilha das Caraíbas.

A campanha contará com iniciativas diversificadas que contemplará, entre outras, a recolha de fundos.

Queremos que seja uma ação alargada e descentralizada e para isso contamos com a solidariedade de todos quantos se identificam com o heroísmo e resistência daquele Povo.

Não existe no momento nenhuma orientação oficial que nos permita organizar, de forma totalmente transparente a recolha solidária de fundos.

Estamos a trabalhar estreitamente com a Embaixada de Cuba em Portugal e logo que possível procederemos ao envio da informação e iniciaremos a campanha de apoio.

O nosso envolvimento será sempre de forma direta com organismos oficiais de Cuba.

CUBA VENCERÁ!

A Direcção da AAPC

12-09- 2017

A Associação de Amizade Portugal-Cuba acaba de tomar conhecimento do falecimento da sua sócia fundadora (nº50), Idialeda Pinto.

Amiga de Cuba de longa data, chegou a ser presa por ter sido apanhada a distribuir exemplares do jornal Granma tendo sido obrigada pela PIDE a assinar todos os exemplares em seu poder.

Para além do seu envolvimento na luta pela democracia, com grande coragem, foi sempre uma mulher solidária com a revolução cubana, sempre disponível para qualquer tarefa, quer na Associação de Amizade Portugal Cuba, quer de apoio aos companheiros da Embaixada de Cuba.

A Idialeda ficará na história da Associação e da solidariedade com a revolução cubana!

Lamentamos a sua partida e manifestamos o nosso pesar a toda a família enviando um abraço especial ao Artur Pinto, membro dos nossos corpos gerentes.

Lisboa, 11 de Setembro de 2017

A Associação de Amizade Portugal-Cuba manifesta a sua solidariedade com o povo cubano, mais uma vez exemplo de luta e superação face à violência extrema do furacão Irma.

Registamos que, ao contrário do que aconteceu noutros países vítimas quer desta catástrofe quer do violento terramoto do México, a acção do governo revolucionário, a organização e a disciplina revolucionárias evitaram maiores danos pessoais.

A capacidade de defender e acudir à população, a capacidade de reacção e planificação, marcam a diferença de uma revolução pelo povo e para o povo.

Apesar das dificuldades sofridas, Cuba enviou 750 médicos para apoio das populações vítimas do furacão nas Caraíbas e ainda técnicos habilitados para
repor a electricidade nesses países vizinhos.

Registamos e lamentamos que, enquanto numerosos governos de todo o mundo manifestaram a sua solidariedade com o povo cubano, o Senhor Trump considerou oportuno renovar a vigência do bloqueio a Cuba.

Prestaremos a nossa solidariedade, hoje como no passado, ao povo cubano sempre solidário.

Lisboa,11 de Setembro de 2017

 

Hoje 13 de Setembro celebramos a vida de Fidel Castro porque ele continua vivo na memória e na vida do povo cubano, dos outros povos da América Latina e em todos os países em que a cooperação e a solidariedade cubana se manifestaram.

Fidel fica e ficará na História de Cuba, da América Latina e na de todos os povos que lutaram pela dignificação do Homem, como símbolo da luta anti-colonialista e anti-imperialista.

Combatente pela libertação de Cuba da tirania de Baptista, ao chegar ao poder cumpre o programa de Moncada com os objetivos que definiu na sua defesa em tribunal : é feita a Reforma Agrária e nacionalizadas  empresas norte-americanas que sabotavam a economia cubana.

Fidel inspirou o seu povo a resistir à invasão mercenária organizada pela administração norte-americana, mobilizou o povo cubano para eliminar o analfabetismo em apenas um ano, apelando a toda a população para que fosse por todo o país alfabetizar, incorporando nesta batalha de alfabetização, jovens, quase meninos, alguns vítimas de terroristas infiltrados no país.

O direito à saúde, ao ensino e à cultura é assegurado e consagrado na Constituição.

Embora instaurado o mais longo bloqueio da História - que ainda se mantém - a solidariedade internacionalista manifestou-se desde os primeiros anos da revolução cubana, com o envio de soldados para apoio ao governo da Argélia.

Mais tarde, milhares de cubanos atravessariam o Atlântico para apoiarem a luta pela independência em Angola, tendo sido decisiva a sua intervenção para a derrota do Apartheid, na batalha de Cuito-Canavale  orientada por Fidel, desde Havana.

O Presidente Boutflika da Argélia dizia que Fidel tinha a capacidade de  viajar ao futuro e regressar para explicá-lo e essa extraordinária visão estratégica explica que tenha sido o primeiro chefe de Estado a manifestar preocupações sobre o ambiente e a conservação da terra.

Em 1989, prevendo o possível desaparecimento da URSS, afirmou que mesmo nessa circunstância, Cuba continuaria a defender o socialismo.

A sua profunda honestidade, a preocupação em falar verdade ao povo, a coerência da sua conduta, a confiança que inspirava, porque sempre falava a verdade, explica a resistência deste povo durante o período especial em tempo de paz, após a queda dos países socialistas da Europa, em tempos em que as dificuldades de abastecimento eram enormes, em que havia “apagones” de energia elétrica com a duração de 16 ou até 20 horas por dia mas em que nunca falhou a assistência na saúde nem foi fechada uma única escola ou outro estabelecimento de ensino.

O exemplo de Cuba frutificou na América Latina, tendo sido possível a criação de estruturas de cooperação e desenvolvimento que abrangem as Caraíbas.

Apesar da atual ofensiva do imperialismo na América do Sul e Central, que não se dirige apenas contra a Venezuela, não serão destruídos os progressos realizados e estes países não voltarão a ser o pátio traseiro dos EUA!

Fidel,” ardente profeta da aurora” como lhe chamou o Che, permanece vivo, como Bolívar e Marti e esta  revolução que “nasceu das entranhas do povo, que se alimenta das entranhas do povo  é viva, vigorosa e indestrutível!”

Honraremos Fidel e a revolução cubana e seremos solidários com a luta pela libertação de todos os povos da América Latina!

 

26 de Julho de 1953 

Primeiro marco histórico da Revolução Cubana liderada por Fidel Castro

 

Cumprem-se hoje 64 anos sobre aquele dia em que 166 jovens cubanos, no intento de derrubarem o ditador Fulgêncio Batista e libertarem o seu povo da afronta e opróbrio a que a desumana ditadura o submetia fizeram o assalto ao Quartel Moncada, em Santiago de Cuba e ao Quartel Carlos Manuelde Céspedes, em Bayamo.

 

A operação foi um desastre e a maior parte dos jovens assaltantes foi assassinada -e dizemos “assassinada” porque muitos deles foram baleados depois de terem sido presos.

Fidel Castro foi julgado e condenado a 15 anos de prisão, mas a sua defesa em tribunal (mais tarde publicada no livro “A História me absolverá”) constituiu um verdadeiro libelo acusatório contra o regime da tirania de Batista, ao mesmo tempo que continha todo um programa da luta revolucionária que, efectivamente, cerca de 3 anos mais tarde  se iniciou na Sierra Maestra e saiu vitoriosa em 1 de Janeiro de 1959.

O caso é que embora condenado (em 1953) a 15 anos de prisão, Fidel Castro e os demais jovens presos com ele, graças à imensa campanha internacional a favor da sua libertação foram efectivamente libertados em 1965.

Foi então criado o Movimento Revolucionário 26 de Julho (M-26-7)

Exilado no México com outros companheiros foi lá que Fidel conheceu Che Guevara que, apesar de ser argentino, se juntou ao grupo e integrou os combatentes que a bordo de iate “Granma” desembarcaram em Cuba em Dezembro de 1956 para iniciarem a gesta da guerrilha revolucionária na Serra Maestra, que logrou sair vitoriosa em 1 de Janeiro de 1959.

A AAPC saúda o 26 de Julho e homenageia os heróicos e abnegados combatentes revolucionários que libertaram Cuba e o seu povo da opressão a que estavam submetidos.

A Direcção

 

 

A Pátria de Bolivar continua sob o fogo criminoso das Democracias Ocidentais, as quais, cada vez mais enfraquecidas e seguidistas do Imperialismo Americano, mostrando-se assim, ostensivamente, cúmplices dos crimes hediondos que, com o falso pretexto da defesa dos direitos humanos, têm sido praticados e causado milhares de vitimas aos povos que lutam pela sua soberania, provocando golpes de estado para remover governos eleitos democraticamente que tenham a ousadia de colocar em causa o seu domínio e os seus interesses económicos.

O que hoje se passa na República Bolivariana da Venezuela, corresponde a uma brutal ofensiva movida pelo imperialismo norte americano e seus parceiros com o claro objetivo de por fim à Revolução Bolivariana afastando o Povo da participação cívica e decisão do seu próprio destino.